sexta-feira, 22 de junho de 2012

Minha decisão (Mônica Coropos)

Bem pequeno sou, eu sei
Mas eu tenho um grande Rei
Que merece o meu melhor
Que merece o meu viver
Muitos pelo mundo vão
Sem nenhuma direção
Tomo a minha decisão:
Eis-me aqui, Senhor!

http://youtu.be/7acNZHj-JT0

quarta-feira, 13 de junho de 2012

MOMENTO COM DEUS (M. Coropos, 2012)

Cá estou eu contigo, meu Deus... ...O que dizer? Tudo tu sabes... me conheces bem... Em momentos e fases diferentes nesta vida Reconheço as dores, as rugas na alma, Também as alegrias e dádivas infinitas das tuas mãos Muitos sonhos, muitas decepções Que controverso! Olhando para dentro de mim Sem relutar, minha vida te entrego De novo, Para viver teu renovo Para, de verdade, viver!

sábado, 24 de março de 2012

LOUVADO SEJA O NOME DO SENHOR! (M. Coropos, 2012)

O DEUS QUE CURA
QUE FAZ MARVILHAS
QUE OPERA MILAGRES
O DEUS QUE É FIEL
O DEUS QUE NÃO FALHA
O DEUS QUE ATENDE
O DEUS QUE TRABALHA
O DEUS DE ISRAEL

LOUVADO E EXALTADO
PRA SEMPRE HONRADO
VOU SEMPRE AMÁ-LO
E TESTEMUNHAR
DOS SEUS GRANDES FEITOS
SEU ZELO E CUIDADO
ME RENDO, PROSTRADO
A ELE ADORAR!

(Recebi, de minha amiga Ana, a notícia por e-mail: "Ontem minha mãe foi ao hospital para se consultar... já com o risco cirúrgico, para operar hj, e vcs sabem o que
aconteceu? O nódulo SUMIU." Toda honra e toda glória ao Deus que TUDO pode. Sem palavras, só adoração!)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sobre Filosofia e deslumbres (Mônica Coropos, 2012)

Hoje li O Espelho, um conto integrante da obra Papéis Avulsos, do escritor brasileiro Machado de Assis. Interessante como - tais como no conto - as regalias podem desequilibrar, deslumbrar pessoas, em todos os tempos e épocas. Machado de Assis, cheio de Filosofia, narra que o jovem, ultra-mega-power cortejado, cede a tudo isso, e sua "alma exterior" (sempre mutável), faz com que ele logo se torne alguém de personalidade arrogante, respaldada no espírito da mocidade, e somada ao luxo e deslumbres do meio. Sua humanidade deu lugar ao "Alferes", ou, como coloca a famosa frase: “O alferes eliminou o homem”. Ainda filosofando, ao ler a revista de bordo BRASIL - ALMANAQUE DE CULTURA POPULAR, quando voltava de uma viagem pela TAM, uma entrevista com o filósofo Mário Sérgio Quintela relembra seus 17 anos de convivência com Paulo Freire. Na entrevista, Quintela diz: "Paulus, em latim, significa pequeno. Mas Paulo Freire - digo isso sempre que posso - era um homem tão grande, que sabia que era pequeno para poder crescer. Gente grande de verdade sabe que é pequena, e por isso cresce. Gente muito pequena, acha que já é grande, e o único modo de crescer é rebaixando outras pessoas...". Pouco estudado, mas de muitíssima sabedoria, meu pai sempre nos ensinou - somos três filhas - a lembrarmos de onde viemos, a sermos quem somos apesar de funções, cargos, títulos. Agradeço ter isso na essência, ainda que ache ser possível, lutar contra o deslumbre dos fulgases louros da vida.

domingo, 15 de janeiro de 2012

É grátis (Mônica Coropos, 2012)

A brisa no rosto
O mar infindo
A doação materna
O sorriso compartilhado
O cuidado de quem nos ama
O ar que respiramos
É grátis. É graça!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Contos de um Cotidiano Conturbado: Se Expande e se Espraia

Contos de um Cotidiano Conturbado: Se Expande e se Espraia: É fato que a cada ano que se passa, achar um amigo verdadeiro torna-se algo mais raro. Não. Não falo de amigos de boteco, balada ou coleg...

domingo, 6 de novembro de 2011

O ETERNO (Mônica Coropos, 2011)

O Eterno tem feito muitas coisas por nós.
O Eterno tem nossas vidas sob Seu controle.
O Eterno nos livra da morte.
O Eterno nos sustém e acolhe.
O Eterno nos comove com Sua presença verdadeiramente presente.
O Eterno é, e, por isso, tudo com Ele, Nele e para Ele tem dimensões sobrenaturais, inimagináveis.
O Eterno tem feito muitas coisas por nós.
Ele faz além do que pedimos ou pensamos.
Mas nos revela pouco a pouco seus desígnios.
Porque, em nossa humanidade, não saberíamos suportar tamanhas experiências de uma só vez.
Que vivamos, a partir de agora, eternamente com o Eterno.
Aquele que, de eternidade a eternidade, é Deus.

(Para os amigos Gizeth Spinozza e Felipe Padilha)