http://youtu.be/UTJEerHRseI
terça-feira, 2 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
ONDE ESTÁ O AMOR? (Mônica Coropos, 2013)
Onde está o amor
Cantado em verso e prosa
Tão falado em toda roda?
Todo mundo quer vivenciar o sentimento
Que é maior que todo sentimento
E acaba com o lamento
Inabalável sentimento que é maior que dor e morte
Onde está o amor
É sorte, azar, é dor, é vida e morte
É razão, é insanidade, é perdão, é santidade
É remédio, é fim do tédio
Amor, amor, é fim da solidão
É companhia, é ser igual
É ser irmão, é ser amante,
É ser um jardineiro a cultivar um coração
Regar, arar, cuidar e arrancar daninhas ervas
Dores e rancores, de amores falsos
Cores vivas
Sempre-vivas
Este amor que é sangue é vida
Em nós!
Onde está o amor
Cantado em verso e prosa
Tão falado em toda roda?
Todo mundo quer vivenciar o sentimento
Que é maior que todo sentimento
E acaba com o lamento
Inabalável sentimento que é maior que dor e morte
Onde está o amor
Que dá a vida em prol de vidas
Que se dá ao sofrimento
Que é de outro, que é legítimo
Que é pra morte
Que é pecado
Este amor que paga o preço
Esse amor que não mereço
Ter alguém que morra em meu lugar?
O que mais esperar do que é amar?
Eu achei o amor em Cristo
Dele eu vivo e não desisto
Vou cantá-lo
Vou contá-lo
Espalhar seu rastro onde for
Onde está o amor?
Revelou-se no calvário
Homem fez-se - que Deus era
Sua glória
Em vergonha transformou
Que puro amor
Que vero amor
O amor que me constrange
O amor que me salvou
O amor que tem um nome,
E nome que é maravilhoso
Nome que restaura o homem
Nome que é amor bendito
Quem procura o amor
Encontra o amor somente em Jesus Cristo
O Deus de todo amor
Amor bonito
Amor mais rico
Amor que é verdadeiro
Amor: o amor.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Até quando? (Mônica Coropos, 2013)
Até quando veremos o caos imperando no mundo,
As doenças,as desgraças, os açoites, as desigualdades, as perseguições?
Até quando vidas serão dizimadas, doenças se proliferarão, o amor se esfriará nos corações?
Até quando seguiremos governados por seres inescrupulosos, que colocam a ganância acima de qualquer coisa, que banalizam os valores, a vida?
Até quando veremos queridos desfalecendo, injustiças ambientais, injúrias, guerras por toda parte?
Como explicar o sofrimento dos justos?
Como explicar a impiedade dos injustos?
Deus não se assusta com o que lhe relato.
Antes, me diz:
“Você tem razão. Vejo tudo isso!"
E me diz, também:
"Aquieta-te. Eu sou Deus."
Sem força e sem argumento, me submeto.
Olho para ele, e suplico por socorro.
Olho pra mim, e vejo como sou pó.
É quando ouço Deus dizer:
Até quando vou suportar
Os homens negarem a minha existência?
A súplica ansiosa do salmista, é a minha, mas é a de Deus também
Sem prazos previsíveis sigo vivendo a complexidade desta vida.
Até quando?
Até quando chegar a hora certa de Deus.
sexta-feira, 22 de março de 2013
LUZ NA ESCURIDÃO (Mônica Coropos, 2013)
Um rasgo de Deus nos traz esperança
Um vislumbre de sua glória nos faz renascer
Um pouco de sua presença, plenitude e paz
Uma brisa de seu sopro, o alento pro viver
Como quero ser usado
Pra ser vaso e instrumento
Ferramenta afiada
Com o autor do firmamento
Meus talentos sendo gastos
Pra ser luz na escuridão
Revelando Deus a cada coração
Que por mim passar por mim
Na multidão
domingo, 10 de março de 2013
A VIDA (Mônica Coropos, 2013)
A vida é uma caixa de surpresas, um sopro...
Nós não sabemos o que nos aguarda no minuto seguinte
E vivemos como se fôssemos donos da nossa história.
Esta semana perdemos um ícone da música brasileira...
Acabo de perder meu tio, que estava bem ontem...
É... a vida é uma caixa de surpresas...
Os fatos estão aí pra quem quiser ver.
sábado, 9 de março de 2013
POEMA PARA MEU FILHO (Mônica Coropos, 2008)
Puro amor de minha alma
Estrela linda e brilhante
De rostinho fascinante
Razão desse meu viver
Orgulho, carinho... bem-querer.
És toda a felicidade
na minha vida, meu filho
Razão de todo o amor
Iluminando meus dias
Que Deus te abençoe pra sempre
Um anjo em forma de gente
Eu te amarei para sempre.
Suave riso inocente
Infinita admiração
Luz divina e reluzente
Você, meu filhos querido
Amor... pulsar do meu coração!

(Para meu filho Renan Coropos, este
poema achado na arrumação das pastas de lembranças, tão verdadeiro mesmo depois de tanto tempo escrito...
Amo demais ser sua mãe e você sabe disso!)
Estrela linda e brilhanteDe rostinho fascinante
Razão desse meu viver
Orgulho, carinho... bem-querer.
És toda a felicidade
na minha vida, meu filho
Razão de todo o amor
Iluminando meus dias
Que Deus te abençoe pra sempre
Um anjo em forma de gente
Eu te amarei para sempre.
Suave riso inocente
Infinita admiração
Luz divina e reluzente
Você, meu filhos querido
Amor... pulsar do meu coração!

(Para meu filho Renan Coropos, este
poema achado na arrumação das pastas de lembranças, tão verdadeiro mesmo depois de tanto tempo escrito...
Amo demais ser sua mãe e você sabe disso!)
terça-feira, 5 de março de 2013
ALEGRIA FÁCIL, ALEGRIA DIFÍCIL (Mônica Coropos, 2013)
"Existe uma alegria fácil e uma difícil. A primeira é espontânea; a segunda é conquistada. A alegria fácil depende de um dia bonito e da ausência da adversidade. A alegria difícil depende da comunhão com Deus, da fé, da aceitação de certas carências, de aprendizado às vezes longo e demorado." (GUILHERME T. FREDRICH)
Como é bom celebrarmos palpavelmente os sonhos realizados, as ideias concretizadas, as coisas surpreendentes, as surpresas positivas, a alegria fácil. Eu também quero viver o acontecimento da alegria por um motivo, festejar os marcos da minha história, gargalhar com as vitórias de queridos, com as de meus filhos, com as minhas...
Mas existe uma alegria que independe de festa, e é esta que eu persigo. Uma alegria que não dependa de circunstâncias, eventos, glamour, notícias esplêndidas, comida farta na mesa. Esta alegria é aquela que não sai do coração, aquela que é um modo de enxergar a vida. Esta alegria é a que encontro no meu Jesus e na comunhão com Ele. Aquele que deixou a glória - sua maior alegria - para pagar, na cruz, minhas tristezas e dores. Meus pecados.
Que eu tenha a gratidão de celebrar e reconhecer a alegria fácil. Mas que, sobretudo, eu seja alguém reconhecido por exalar a alegria perene que só Jesus pode dar.
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