sexta-feira, 22 de abril de 2011

Gangorra da vida (Mônica Coropos, 2011)

Sentimentos confusos
Vida e morte numa gangorra
Urgência de sair da dor e do cansaço que a vida apresenta,
Eventos negativos no dia-a-dia, fracassos, perdas, enganos...
Luta em todas as esferas
Rigidez,
Ações auto-destrutivas,
Problemas, sentimentos e pensamentos não compartilhados...
Guardados... Blindados... Fechados...

Quando o que nos aflige é solidão, desespero, desesperança, desamparo, rejeição
É hora de buscar ajuda!
É hora de receber a esperança de que as coisas podem mudar para
melhor!
Afinal, a vida é um aprendizado que vale a pena... Vamos juntos!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Fome de quê? (Mônica Coropos, 2011)

Fome de paz,
Fome de união,
Fome de sinceridade,
Fome de transparência,
Fome de música,
Fome de natureza,
Fome de vida.
O mundo tem fome:
Quem vai saciá-la?
Há um Deus que sacia toda a fome.
Há uma fome do tamanho de Deus.

Natureza primordial (Mônica Coropos, 2011)

Despir do velho homem os seus feitos
E viver novidade de vida, nova natureza
Sem ceder ao erro,
Sem ser escravizado pelo passado,
Lançar-me ao controle de Cristo,
E experimentar vitória.

Parece que a diferença entre alguém miserável e alguém feliz é o reconhecimento de que precisa deixar as coisas que para trás ficam, pois tudo se faz novo.
Nego, então, minha velha natureza
E abraço a nova, que prefiro chamar de natureza primordial.

terça-feira, 29 de março de 2011

Pessoas normais, momentos excepcionais (Mônica Coropos, 2011)

Somos limitados, sim.
Mas, o que acontece quando ousamos um pouco mais e fugimos dos nossos medos?
Que tal combinarmos vivermos um tempo criativo, idéias fora do papel, (re)início de projetos e sonhos?
Só pra constar: O "não" a gente já tem, né?
O que estamos esperando?

Peixe morto (Mônica Coropos, 2011)

Mar bravio,
Vento forte,
Correnteza...
E os peixes seguem seu anti-curso,
Nadando contra a maré,
Desafiando a correnteza,
Enfrentando a adversidade.]
Quero ser qual peixe vivo,
Que luta, apesar...
...Peixe morto é que se conforma,
e segue o fluxo,
sem reação.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Família (Mônica Coropos, 2011)

Ninho quente
Colo e ombros
Aconchego
Riso em risos
Choro em prantos
Lutas e batalhas
Vitórias
Alegrias
Abre-se o portão, sem campainha, sem nada...
Quem é família tem a chave, entra sem bater!

Relações imperfeitas (Mônica Coropos, 2011)

Mensagem que não vem
Ou que só vem quando se precisa
Quando o nosso ombro é lembrado
Quando a dor é insuportável
Quando os sorrisos se foram

Dói ver que existem relações assim
Unilaterais quase sempre
Egoístas quase sempre
Imperfeitas quase sempre

E pensar que, muitas vezes,
Agimos assim
Com Deus, com o outro...