Andar pra frente
Erguer os olhos
Soltar do peito a angústia contida
Se vestir de esperança
Ver em perspectiva
Ter fé
Passos pequenos, mas firmes
Enfrentamentos inevitáveis
Rumo ao futuro
Rumo à alegria
Rumo ao que virá
Com perseverança
Com a bagagem certa
Com VIDA!
Com DEUS na vida!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Gangorra da vida (Mônica Coropos, 2011)
Sentimentos confusos
Vida e morte numa gangorra
Urgência de sair da dor e do cansaço que a vida apresenta,
Eventos negativos no dia-a-dia, fracassos, perdas, enganos...
Luta em todas as esferas
Rigidez,
Ações auto-destrutivas,
Problemas, sentimentos e pensamentos não compartilhados...
Guardados... Blindados... Fechados...
Quando o que nos aflige é solidão, desespero, desesperança, desamparo, rejeição
É hora de buscar ajuda!
É hora de receber a esperança de que as coisas podem mudar para
melhor!
Afinal, a vida é um aprendizado que vale a pena... Vamos juntos!
Vida e morte numa gangorra
Urgência de sair da dor e do cansaço que a vida apresenta,
Eventos negativos no dia-a-dia, fracassos, perdas, enganos...
Luta em todas as esferas
Rigidez,
Ações auto-destrutivas,
Problemas, sentimentos e pensamentos não compartilhados...
Guardados... Blindados... Fechados...
Quando o que nos aflige é solidão, desespero, desesperança, desamparo, rejeição
É hora de buscar ajuda!
É hora de receber a esperança de que as coisas podem mudar para
melhor!
Afinal, a vida é um aprendizado que vale a pena... Vamos juntos!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Fome de quê? (Mônica Coropos, 2011)
Fome de paz,
Fome de união,
Fome de sinceridade,
Fome de transparência,
Fome de música,
Fome de natureza,
Fome de vida.
O mundo tem fome:
Quem vai saciá-la?
Há um Deus que sacia toda a fome.
Há uma fome do tamanho de Deus.
Fome de união,
Fome de sinceridade,
Fome de transparência,
Fome de música,
Fome de natureza,
Fome de vida.
O mundo tem fome:
Quem vai saciá-la?
Há um Deus que sacia toda a fome.
Há uma fome do tamanho de Deus.
Natureza primordial (Mônica Coropos, 2011)
Despir do velho homem os seus feitos
E viver novidade de vida, nova natureza
Sem ceder ao erro,
Sem ser escravizado pelo passado,
Lançar-me ao controle de Cristo,
E experimentar vitória.
Parece que a diferença entre alguém miserável e alguém feliz é o reconhecimento de que precisa deixar as coisas que para trás ficam, pois tudo se faz novo.
Nego, então, minha velha natureza
E abraço a nova, que prefiro chamar de natureza primordial.
E viver novidade de vida, nova natureza
Sem ceder ao erro,
Sem ser escravizado pelo passado,
Lançar-me ao controle de Cristo,
E experimentar vitória.
Parece que a diferença entre alguém miserável e alguém feliz é o reconhecimento de que precisa deixar as coisas que para trás ficam, pois tudo se faz novo.
Nego, então, minha velha natureza
E abraço a nova, que prefiro chamar de natureza primordial.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Pessoas normais, momentos excepcionais (Mônica Coropos, 2011)
Somos limitados, sim.
Mas, o que acontece quando ousamos um pouco mais e fugimos dos nossos medos?
Que tal combinarmos vivermos um tempo criativo, idéias fora do papel, (re)início de projetos e sonhos?
Só pra constar: O "não" a gente já tem, né?
O que estamos esperando?
Mas, o que acontece quando ousamos um pouco mais e fugimos dos nossos medos?
Que tal combinarmos vivermos um tempo criativo, idéias fora do papel, (re)início de projetos e sonhos?
Só pra constar: O "não" a gente já tem, né?
O que estamos esperando?
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Peixe morto (Mônica Coropos, 2011)
Mar bravio,
Vento forte,
Correnteza...
E os peixes seguem seu anti-curso,
Nadando contra a maré,
Desafiando a correnteza,
Enfrentando a adversidade.]
Quero ser qual peixe vivo,
Que luta, apesar...
...Peixe morto é que se conforma,
e segue o fluxo,
sem reação.
Vento forte,
Correnteza...
E os peixes seguem seu anti-curso,
Nadando contra a maré,
Desafiando a correnteza,
Enfrentando a adversidade.]
Quero ser qual peixe vivo,
Que luta, apesar...
...Peixe morto é que se conforma,
e segue o fluxo,
sem reação.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Família (Mônica Coropos, 2011)
Ninho quente
Colo e ombros
Aconchego
Riso em risos
Choro em prantos
Lutas e batalhas
Vitórias
Alegrias
Abre-se o portão, sem campainha, sem nada...
Quem é família tem a chave, entra sem bater!
Colo e ombros
Aconchego
Riso em risos
Choro em prantos
Lutas e batalhas
Vitórias
Alegrias
Abre-se o portão, sem campainha, sem nada...
Quem é família tem a chave, entra sem bater!
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