sábado, 26 de abril de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
RETICÊNCIAS (Mônica Coropos, 2014)
Bem difícil...
...seguir vivendo depois da tua partida
...andar pela casa e não te achar
...fazer café sem te levar uma xícara
...sentar à mesa e não cear contigo
Impossível...
...olhar pra mim e não te reconhecer
...orar a Deus e de ti não lembrar
...orientar meus filhos e a Ele não ser grata por ti
Precioso...
...ver o legado que deixaste
...alegrar-me com as lembranças de uma vida recheada de amor e alegria
...ser eternamente tua filha, levar teu nome adiante com orgulho e profunda admiração
Pai...
...sua pele branca, macia e cheirosa não posso mais tocar
...seu riso, suas palavras, seu carinho sem igual só terei por recordar
...seu esforço e exemplo me acompanharão pra sempre
...o Deus que me apresentaste é o que me consola e dirige
Por isso...
...experimento paz em meio a toda dor
...caminho pro futuro firme no Senhor
...descanso meus anseios no Deus que é início, meio
E fim... Pra mim.
...seguir vivendo depois da tua partida
...andar pela casa e não te achar
...fazer café sem te levar uma xícara
...sentar à mesa e não cear contigo
Impossível...
...olhar pra mim e não te reconhecer
...orar a Deus e de ti não lembrar
...orientar meus filhos e a Ele não ser grata por ti
Precioso...
...ver o legado que deixaste
...alegrar-me com as lembranças de uma vida recheada de amor e alegria
...ser eternamente tua filha, levar teu nome adiante com orgulho e profunda admiração
Pai...
...sua pele branca, macia e cheirosa não posso mais tocar
...seu riso, suas palavras, seu carinho sem igual só terei por recordar
...seu esforço e exemplo me acompanharão pra sempre
...o Deus que me apresentaste é o que me consola e dirige
Por isso...
...experimento paz em meio a toda dor
...caminho pro futuro firme no Senhor
...descanso meus anseios no Deus que é início, meio
E fim... Pra mim.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
NO MEIO DA TORMENTA ENCONTRO A PAZ (Mônica Coropos, 2014)
Um dia, eu sabia
Chegaria a tempestade
Assim a vida é pra qualquer um
O tempo muda, e o sol que irradiava a manhã
Em nuvens, vê seu brilho escurecer
São ondas bem maiores do que eu
E ventos que assustam ao redor
Meu corpo, frágil, quer desfalecer
Mas eis a Tua mão a me suster
No meio da tormenta encontro A Paz
Pois sei, está aqui o meu Senhor
Em Deus eu adormeço
A Ele o amanhã eu ofereço
Descanso Nele tenho:
Ele é Deus
E nada temerei
E nada faltará
E quando a tormenta, enfim, chegar
Com Ele estarei seguro
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Quando amanhece o dia (Mônica Coropos, 2013)
Quando
amanhece o dia
Eu acordo
com alegria, pois sei
Tuas
misericórdias se renovam!
Se o fardo
é pesado
Circunstâncias
desanimam, eu sei
Teu jugo é
suave e o fardo, leve!
Por
isso eu me entrego a Ti
E
descanso em Ti
Estás
no controle, pois tudo sabes do meu amanhã
De Ti
eu quero depender
E minha
esperança depositar
Senhor,
és tudo pra mim
És
rocha, escudo, meu refúgio
Meu
libertador e guia
Quando
amanhece o dia!
Quando a
noite chega
Preocupações
não param, eu sei
Tua paz
excede todo entendimento!
Quando a
dor aperta
E a
muralha é alta, eu sei
Tu me
fortaleces e eu venço!
Quando amanhece o dia
Eu acordo com alegria, pois sei
Tuas misericórdias se renovam!
sábado, 28 de dezembro de 2013
Encantada por Maiakóvski (Mônica Coropos, 2013)
Estou encantada pelo poeta russo Vladimir Maiakóvski. Vou postar algumas coisas dele por aqui, sabe... precisamos de boas letras pra reinventarmos a nossa própria vida.
Aliás, uma pena que alguém tão cheio de vida tenha dado cabo da sua com 37 anos (há controvérsias sobre este assunto).
Estranho jeito de gritar para o mundo seu desconforto... Não são poucos os artistas que fazem assim...
Eu escolho guardar seus poemas, Maiakóvski, mas, também escolho continuar a viver e não ter a vergonha de ser, ora feliz, ora triste... afinal... não diz outro poeta que a vida é bonita? Também vejo muita beleza nesta vida. E tenho aprendido que precisamos dar a cor que queremos pra ela. Bom, mas este já é um outro autor, pra outro dia...
Dedução
Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.
COMUMENTE É ASSIM
Cada um ao nascer
traz sua dose de amor,
mas os empregos,
o dinheiro,
tudo isso,
nos resseca o solo do coração.
Sobre o coração levamos o corpo,
sobre o corpo a camisa,
mas isto é pouco.
Alguém
imbecilmente
inventou os punhos
e sobre os peitos
fez correr o amido de engomar. Quando velhos se arrependem.
A mulher se pinta.
O homem faz ginástica
pelo sistema Muller.
Mas é tarde.
A pele enche-se de rugas.
O amor floresce,
floresce,
e depois desfolha.
"Não é difícil morrer nesta vida: / Viver é muito mais difícil."
"Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor."
"A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo."
"...nenhum som me importa
afora o som do teu nome que eu adoro.
E não me lançarei no abismo,
e não beberei veneno,
e não poderei apertar na têmpora o gatilho.
Afora
o teu olhar
nenhuma lâmina me atrai com seu brilho"
"O coração tem domicílio no peito.
Comigo a anatomia ficou louca.
Sou todo coração."
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
RENAN, QUINZE ANOS (Mônica Coropos, 18/12/2013)
Resposta de Deus
Esperada e amada
Nascido pra tornar o mundo mais feliz
A pessoa incrível que é
Nasceu do meu ventre
Quis Deus assim
Uma alegria incontida e cheia de gratidão
Invade o coração daquela que te gerou
Nossas vidas entrelaçadas pra sempre
Zilhões de coisas em comum
Embora saiba: você não é meu
Amado filho, você é dedicado a Deus
Não há melhor opção, e eu reitero
O maior presente que ganhei
Somente a Ele consagrei!
Sua vida, seu futuro, RENAN, está nas mãos do nosso Deus!
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
SOCIOLOGIA (Mônica Coropos, 2013)
Quinta-feira a tarde e eu estudando Sociologia. Na verdade, preparo algo para meu filho estudar, mas... eu estou aprendo, e muito!
Deparo-me com o texto Eu etiqueta, de Drummond. Vale à pena ler. Eu li. No texto, uma sociedade que exalta a imagem, "as etiquetas" que usamos. Uma sociedade do ter em detrimento do ser, da despersonalização, que vive em guerra entre a capacidade de pensar, agir e decidir e a de aceitar passivamente as imagens, as marcas, os rótulos. Pego emprestada a citação do presidente uruguaio, José Pepe Mujica: "A
humanidade sacrificou os deuses imateriais e
ocupou o templo com o “deus mercado, que
organiza a economia, a vida e financia a
aparência de felicidade. Parece que
nascemos só para consumir e consumir. E
quando não podemos, carregamos a
frustração, a pobreza, a autoexclusão”.
Que país é esse, Renato Russo?
Foi-se a "imaginação sociológica" e não
somos nós mais "que fazemos a hora"?
Qual o tamanho
da minha e da sua liberdade?
Estaremos
fadados a nos rendermos ao sistema?
Ai... penso nos meus netos...
Penso na história da família,
em tudo que temos
construído e vou juntando a estes
acontecimentos os acontecimentos da
História...
Como será o futuro, João Alexandre?
Ainda bem que a Sociologia voltou a ser
obrigatória no Ensino Médio... talvez ajude à
sociedade a compreender as transformações
do mundo... o mundo das etiquetas, que não
são as ensinadas pela Glória Kalil...
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